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Deputado Distrital Chico Vigilante (PT), visitou a feira permanente da Estrutural

O Deputado Distrital Chico Vigilante (PT), visitou a feira permanente da Estrutural nesta última sexta-feira (12), para conhecer melhor o es...

O Deputado Distrital Chico Vigilante (PT), visitou a feira permanente da Estrutural nesta última sexta-feira (12), para conhecer melhor o espaço e destinar recursos para as melhorias da feira.
Ele foi recebido pela presidente da ASOFERA, Antônia Batista e demais feirante, ele aproveitou para ouvir as demandas dos feirantes da feira permanente da Estrutural e se comprometeu em mandar uma emenda parlamentar para fazer reparos na feira. 
O Deputado Chico Vigilante é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), integra Câmara Legislativa do Distrito Federal, exercendo seu quarto mandato. Anteriormente, foi deputado federal por dois mandatos consecutivos, de 1991 a 1999. 
Também desempenhou funções de liderança no PT e na Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Nordestino, Chico é filho de Josefa Aclísia dos Santos e Raimundo Domingos dos Santos. Em sua cidade natal, concluiu apenas o ensino primário. 
Nos anos 1970, se mudou para Brasília.
Ali trabalhou no ramo da construção civil e como vigilante, fundando, em 1979, a Associação dos Vigilantes do Distrito Federal. A associação mais tarde se converteu em um sindicato, presidindo-o entre 1984 a 1990.
Também foi um dos dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Na década de 1980, com a eliminação do bipartidarismo, Chico se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT), tendo o também sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva como sua inspiração. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal e o presidiu por três períodos.
Em 1986, candidatou-se à Assembleia Nacional Constituinte, mas sua votação não foi suficiente para elegê-lo.
Em 1989, foi um dos coordenadores da campanha de Lula à presidência.
Chico foi eleito deputado federal em 1990, com 20.864 votos, tendo a Ceilândia como seu principal reduto eleitoral, mas sendo bem votado ainda em Gama e Sobradinho. 
Na época, declarava-se ideologicamente como socialista.
Durante a 49.ª legislatura, votou a favor do impeachment de Fernando Collor de Mello foi titular da Comissão de Administração e Serviço Público.
Foi reeleito em 1994 com a maior votação para o cargo naquela eleição, de 57.697 votos, correspondentes a 9,24%.
 Na nova legislatura foi o terceiro vice-presidente do Congresso e vice-líder da bancada petista.
Em 1998, Chico concorreu a um terceiro mandato na câmara baixa do parlamento brasileiro, mas, com 37.397 votos (3,74%), não teve êxito.
Voltou à política em 2002, desta vez como deputado distrital, sendo eleito para a quarta legislatura da Câmara Legislativa com 17.425 votos (1,42%).
Em 2005 tornou-se presidente do PT-DF, e no ano seguinte disputou a reeleição, sem sucesso, com 15.625 votos.
Também não foi reeleito para a presidência do diretório, mas recorreu alegando fraude na eleição. 
Com o resultado invalidado, foi reconduzido ao cargo.
Chico retornou ao legislativo distrital em 2011, após ser eleito em 2010 com 19.201 votos, ou 1,36% dos votos válidos.
Nas eleições seguintes, de 2014 e 2018, foi reeleito, com 17.040 votos (1,12%) e 20.975 (1,42%), respectivamente.
Em 2018, incorporou ao seu nome parlamentar o nome do ex-presidente Lula, como forma de lhe demonstrar apoio e protestar contra sua prisão, passando a se chamar "Chico Vigilante Lula da Silva".
Em 2017, Chico anunciou que estava com câncer na tireoide.
No mesmo ano, foi submetido a uma cirurgia, que retirou o tumor, não havendo outros sinais da doença.
Em 2022, o parlamentar concorreru a reeleição para a CLDF e atingiu a marca de 43.854 votos (2,63%)

Crédito  A Politica e o Poder