Comments

HIDE

Últimas notícias

latest

PET

Publicidade

Classe política precisa aceitar perder, diz senador do PL após ser salvo no TSE

Senador Jorge Seif (PL-SC) Classe política precisa aceitar perder, diz senador do PL após ser salvo no TSE O senador Jorge Seif (PL-SC) afir...

Senador Jorge Seif (PL-SC)

Classe política precisa aceitar perder, diz senador do PL após ser salvo no TSE
O senador Jorge Seif (PL-SC) afirmou que “a classe política precisa aceitar perder” após o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar, por unanimidade, a ação que pedia a cassação de seu mandato por suposto abuso de poder econômico nas eleições de 2022.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (12/2). O recurso havia sido apresentado pela coligação Bora Trabalhar (PSD, Patriota e União Brasil), depois que o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) já tinha rejeitado o processo.

Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, Seif criticou o que classificou como uso da Justiça Eleitoral como “terceiro turno” por adversários derrotados nas urnas.

“Infelizmente, a política tem recorrido à Justiça como forma de terceiro turno. A chapa derrotada, não satisfeita com a derrota no TRE, insiste. Isso traz, inclusive, prejuízo financeiro. Você sabe o custo de advogados, banca em Brasília, deslocamento de avião, equipe. Enfim, isso traz um desgaste muito grande”, afirmou o senador.

Para Seif, contestações judiciais devem ocorrer apenas quando houver irregularidades comprovadas. “A classe política, quando derrotada numa eleição, tem que aceitar. É certo, lógico, se tivesse um crime. Agora, eles inventaram. Não teve uma prova, foi só narrativa”, declarou.
Acusação envolvia uso de aviões

O parlamentar foi acusado de utilizar, sem declarar à Justiça Eleitoral, aviões do empresário Luciano Hang, proprietário da rede Havan, durante a campanha de 2022. A acusação sustentava que o uso das aeronaves configuraria doação irregular.

Relator do caso no TSE, o ministro Floriano de Azevedo Marques votou pela rejeição do recurso, entendimento que foi acompanhado pelos demais integrantes da Corte. Segundo ele, a produção de provas não foi suficiente para comprovar as irregularidades apontadas na ação.

Com a decisão unânime, o mandato de Seif está mantido.

Com informações Metrópes